sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
COM FESTA, TURMA DE REFORÇO ENCERRA 2009
O livro traz exercícios voltados para a leitura e compreensão de texto (principal dificuldade dos alunos) com um grande diferencial: os textos têm relação direta com a vivência dos adolescentes, as suas aflições e anseios.
Por exemplo, o último capítulo estudado tratava da adoção de crianças, do problema dos menores abandonados, do ECA e conseqências relacionadas.
Através disso, conseguimos discussões extremamente proveitosas e os alunos entenderam que só se aprende a língua materna refletindo sobre ela através de textos que tenham algum significado.
As aulas aconteceram desde o início do ano, sempre às quarttas-feiras.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
JERÔNYMO PREPARA FEIRA CULTURAL
domingo, 18 de outubro de 2009
HEAL THE WORLD 5ªC - T.01
Estrelando:
Jesiel, Felipe, Gerson, Wanderson, Evandro, Yuri, Diego, Raphael, Gabrielli, Natalia e Thaís.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
ESPORTE JERÔNYMO - Ed. 2
Pois, chegou a 2ª Edição do Esporte Jerônymo.
Hoje só com notícias do Palmeiras, porque os outros times
começaram a perder. Aí você sabe... quando perde,
ninguém aparece.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
BRIGA DE ALUNAS ACABA NA JUSTIÇA
Aconteceu na tarde de hoje, às 15h30 uma audiência no Fórum de Valinhos, referente ao Ato infracional , processo nº 232/09. E o Blog Acontece no Jerônymo tem a honra de conseguir o seu primeiro furo.
Seria apenas mais uma audiência, não fosse o fato de, nela, estarem envolvidas duas alunas que estudam na EMEF Prefeito Jerônym Alves Correa, no Jd. do Lago, aqui em Valnhos. Por uma questão de ética, não vamos divulgar os nomes das envolvidas.
O processo foi movido pelo pai da vítima que viu sua filha ser agredida na saída da escola, cercada de inúmeros outros alunos, que nada fizeram para impedir a agressão ou para evitá-la. Muito pelo contrário, a maioria incentivava para ver "o sangue correr".
Após a agressão, a Guarda Municipal foi chamada e foi lavrado Boletim de Ocorrência que deu origem ao processo, cuja audiência se deu agora há pouco.
Pelo que nossa equipe de répórteres-mirins pôde apurar, o processo será encerrado sem maiores conseqüências para a ré, uma vez que a vítima não compareceu à audiência. Nesses casos, normalmente, o juiz encerra o caso, sem punição alguma.
Neste caso, especficamente, ao que tudo indica, não haverá maiores conseqüências, parece-me, por opção da própria vítima.
NERVOSISMO E AMEAÇA
As ré, juntamete com sua mãe, chegou ao Fórum de Valinhos por volta das 15 horas, no entanto, não quis conversar com nossos repórteres para dar sua versão dos fatos.
Demonstrando um nervosismo desnecessário, chegou a ameaçar nossa equipe dizendo que "se publicar alguma coisa, vai complicar pra vocês!".
Os repórteres-mirins Mathus Minguini e Caique Granado: sentindo as dificuldades da profissão
Na saída da audiência, por volta das 16h30, limitaram-se a dizer que o processo " não deu em nada porque 'ela' não apareceu."
Incomodadas com a nossa máquina fotográfica, a ré reclamou "Vocês não têm o que fazer não?" E, em seguida, ameaçou: " se alguém ficar sabendo que eu estive aqui, eu vou à Diretoia da escola, para denunciar".
Ameaça desnecessária: repórter-mirim (de amaraelo) ouve calmamnte pedido para não publicar matéria sobre processo.
Editorial
CHEGA DE BULLYING, CHEGA DE VIOLÊNCIA !!!
Por César Augusto Gomes
Alunos que se ofendem mutuamente. Alunos que mandam professores "praquele lugar...", "brincadeiras" de dar porrada e quem não quiser brincar, apanha também.
Para enfrentar essa realidade, a EMEF Jerônymo tem desenvolvido neste o 2º semestre o Projeto Autoestima/Bullying que visa exatamente evitar que se chegue na situação descrita acima.
Aparentemente brigas de escola são "coisas bobas", no entanto, sabe-se através de pesquisas que elas são responsáveis pelo baixo rendimento escolar das vítimas.
Dessa forma, o objetivo da nossa cobertura a este fato, é tão somente alertar aos "brigões" e aos "valentões" da escola, de ambos os sexos, que não se pode sair por aí batendo ou ofendendo as pessoas, porque isso pode trazer conseqüências graves, para si e para seus pais, que, saem para trabalhar, mandam-nos para a escola e pensam que eles lá estão para, de fato, estudar.
Ledo engano. Por conta da irresponsabilidade desses filhos, esses pais "inocentes" acabam tendo que perder dia de serviço para prestar esclarecimentos à Justiça.
Portanto, não adianta ficar bravo com quem divulga o fato, mas sim com aqueles que, sendo seres humanos, algumas vezes, agem como se irracionais fossem.
César A. Gomes é professor da EMEF Pref. Jerônymo A. Correa e responsável pelo trabalho dos repórteres-mirns e assume toda a responsabilidade do que aqui está publicado.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
JERÔNYMO VISITA REDAÇÃO DO CORREIO POPULAR
sábado, 26 de setembro de 2009
ESPORTE JERôNYMO - ed. 01
Começa agora, mais um campeão de audiência !
sábado, 19 de setembro de 2009
CONCURSO EPTV NA ESCOLA 2007
sábado, 5 de setembro de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
BOMBA: Hopi Hari é vendido por R$ 6,36
Os antigos donos do parque eram Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal) que tinha 10,91% das ações juntamente com outros fundos de pensão de estatais. O Petros, da Petrobrás, tinha uma fatia de 9,88%. A Previ, do Banco do Brasil, 10%. O maior acionista do parque, no entanto, era o fundo GPCPII, da GP Investimentos, com 44,5%.
Petros, Previ e GP não quiseram se pronunciar sobre a negociação. A Íntegra, consultoria especializada na reestruturação de empresas em dificuldades financeiras, comunicou-se apenas por meio de nota. Não ficou esclarecida, portanto, como será equacionada a questão da dívida da empresa. Os novos donos vão investir na empresa R$ 10 milhões.
O Funcef havia pago, em março de 1997, R$ 12,4 milhões pelas ações e R$ 12,5 milhões em debêntures. Vai receber o valor simbólico de R$ 0,01 o lote de 100 mil ações e, após a repactuação, resgatará um valor residual de aproximadamente R$ 2 milhões, como saldo remanescente daquelas debêntures.
Por que o Hopi Hari está endividado?
Inspirado na Disney World, o Hopi Hari se tornou um mico para a GP e os quatro fundos de pensão que o controlavam
O Hopi Hari, foi inaugurado em 1999 com o objetivo de reproduzir a fórmula de sucesso do Magic Kingdom, a unidade mais famosa do complexo da Walt Disney Company, em Orlando, na Flórida (EUA).
Parte dos pilares que sustentavam o plano de negócios, no entanto, desmoronou antes mesmo de o parque abrir as portas. No início de 1999, o real sofreu uma brutal desvalorização. Logo depois, a economia brasileira iniciou um período de quase estagnação. Mesmo com a volta do crescimento, as projeções de atrair 3 milhões de visitantes e alcançar um faturamento de 200 milhões de reais por ano jamais se concretizaram. Em 2008, o melhor ano de toda a história do parque, o Hopi Hari recebeu 1,8 milhão de turistas e faturou 70 milhões de reais.
Cansados de prejuízos e acuados por uma dívida estimada em 500 milhões de reais, os controladores do negócio venderam no mês passado o parque aos sócios da consultoria Íntegra Associados, especializada em reestruturação de empresas. A consultoria assumiu o Hopi Hari com o objetivo de fazer o parque dar lucro em 18 meses - algo que a GP e os fundos nunca conseguiram em quase uma década.
Investimentos
De imediato, a Íntegra realizou um aporte de 10 milhões de reais no caixa do Hopi Hari, que devem custear as próximas promoções com o objetivo de aumentar o número de visitantes.
A primeira delas é uma série de eventos especiais durante o mês de julho, período de férias escolares. Pode parecer banal, mas essa é a primeira vez que o Hopi Hari desenvolve um evento desse tipo em julho. A nova administração também planeja aumentar os investimentos em publicidade. A previsão é que em 2009 sejam aplicados 9 milhões de reais na divulgação do parque, o dobro do valor aplicado anualmente desde 2006.

Mas a verdadeira marca da virada, segundo os executivos do Hopi Hari, será visível no segundo semestre do ano que vem. Trata-se da instalação de uma nova montanha-russa, avaliada em 12 milhões de reais. É o primeiro investimento realizado no parque desde a inauguração. "A ideia é estimular os visitantes a vir ao parque com mais frequência", diz Armando Pereira Filho, diretor-presidente do Hopi Hari. "Nosso visitante costuma voltar ao parque em média a cada dez meses. Queremos que esse intervalo passe a ser de sete meses."
Desafio
Os desafios de recuperação do Hopi Hari, contudo, vão além do aumento de verba de marketing e da renovação de atrações. Os novos controladores terão de resolver problemas estruturais. O Hopi Hari foi concebido como um parque temático de padrão internacional, voltado para um público de alta renda.
No entanto, o afluxo desse tipo de visitante se mostrou insuficiente para manter a operação. A média do preço dos bilhetes foi então reduzida, com promoções agressivas, para se adequar ao bolso dos visitantes com menor poder aquisitivo, o que prejudicou tanto a rentabilidade quanto os investimentos capazes de manter o padrão internacional - a previsão inicial era que os ingressos custassem o equivalente a 40 dólares.
O preço atual é de cerca de 25 dólares. "O Hopi Hari é como um avião projetado para voar apenas com classe executiva operando em um mercado em que as pessoas só têm dinheiro para viajar em classe econômica", diz um consultor especializado no setor.
Os solavancos da economia e as peculiaridades do mercado brasileiro transformaram o Hopi Hari quase numa antítese do Magic Kingdom, parque que o inspirou.
Construído à beira da rodovia dos Bandeirantes, a 70 quilômetros de São Paulo, o Hopi Hari fica no meio do nada. Longe da capital, seu principal polo gerador de visitantes, o empreendimento registra uma lotação desmedida nos fins de semana (o que, às vezes, torna o passeio um martírio), enquanto passa os outros dias da semana com público abaixo da média.

A localização nos arredores do Aeroporto de Viracopos, o que seria uma vantagem, é hoje mera curiosidade, uma vez que apenas 19% dos visitantes vêm de outros estados - um número ínfimo para um parque de sua dimensão. Concorrentes nacionais menores, como o Beto Carrero World, em Santa Catarina, recebem cerca de 50% dos visitantes de outros estados e de países como Argentina, Chile e Uruguai. "Para ter um fluxo contínuo de visitantes, os grandes parques precisam estar dentro do mapa turístico. Sem essa condição, tornam-se inviáveis", diz Luiz Mauro, vice-presidente da US Travel Association, que representa no Brasil as operadoras de turismo americanas.

No Brasil, o cenário é mais otimista e a expectativa é que o setor cresça até 15% - estima-se que o faturamento dos 15 maiores parques em 2009 seja de 600 milhões de dólares. Não deixa de ser um alento para os executivos da Íntegra, cujo trabalho para levantar o Hopi Hari deve ser tão emocionante daqui para a frente quanto um mergulho na montanha-russa.
Este texto foi reescrito com base nas reportagens das seguintes fontes:
Site do Estadão: “Hopi Hari é vendido por valor simbólico”
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090620/not_imp390152,0.php
Site da Revista Exame: “Vai ser difícil consertar”
http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0947/negocios/vai-ser-dificil-consertar-482554.html
terça-feira, 4 de agosto de 2009
GRIPE SUÍNA ADIA VOLTA ÀS AULAS PARA DIA 17

A decisão foi comunicada no último dia 01 de agosto pelo Secretário de Educação do município Zeno Ruedell para os professores que participavam de uma palestra sobre a prevenção à "nova gripe".
Segundo o site da prefeitura "as autoridades em Saúde destacam que o pico de transmissão da epidemia vai reduzindo à medida que esquenta e com o passar do tempo. Com base em pesquisas de laboratório e na experiência de outros países, as estatísticas mostram que evitando a reunião de crianças e adolescentes há um recuo de cerca de 30% da transmissão. O secretário da Educação, Zeno Ruedell, disse que, com o adiamento do retorno às aulas, está sendo estudada a forma como elas serão repostas, já que por Lei Federal o ano letivo deve incluir 200 dias/aulas. 'Nós comunicaremos aos pais e alunos como ficará essa reposição no retorno as aulas'."
quinta-feira, 23 de julho de 2009
HEAL THE WORLD

Tem um lugar em seu coração
E eu sei que é amor
E esse lugar poderia ser
Muito mais brilhante que amanhã
E se você realmente tentar
Verá que não tem motivos pra chorar
Nesse lugar você vai sentir
Que não há dor ou mágoa
Tem jeitos de chegar la
Se você se importa o suficiente com os vivos
Abra um espaço
Faça um lugar melhor
Salve o planeta
Faça dele um lugar melhor
Pra você e eu
E toda a raça humana
Tem pessoas morrendo
Se você se importa o suficiente com os vivos
Faça do mundo um lugar melhor
Para você e para mim
(Tradução de parte da letra)
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Michael Jackson: A morte anunciada
Publicado originalmente no jornal Correio Popular de Campinas em 02/07/2009 na seção "Correio do Leitor"
http://cpopular.cosmo.com.br/mostra_noticia.asp?noticia=1641077&area=2110&authent=676077054404425772471774167245
Quem é mais novo talvez agora não tenha dimensão do fenômeno MJ, mas acho que esse vídeo da internet dá um pouco o tamanho do alcance de sua arte.
Veja o original:
sexta-feira, 26 de junho de 2009
"Romance" traz Shakespeare, ciúme e mentiras
por César Augusto

Tendo como pano de fundo a lenda medieval Tristão e Isolda, o filme Romance (Brasil, 2008) conta a história de um ator e diretor de teatro que se apaixona por sua companheira de cena e relaciona-se com ela. No entanto, a contratação e o sucesso dela na TV desperta nele o ciúmes que será o tempero principal do filme.
Dirigido por Guel Arraes, conhecido por seu trabalho na televisão em minisséries, novelas e filmes com uma pitada de comédia (O Auto da Compadecida, TV Pirata e A Grande Família), e com um bom elenco “global”: Wagner Moura (Tropa de Elite; Ó Pai, ó), Letícia Sabatella (Vestido de Noiva; O Xango de Baker Street), Andréia Beltrão, José Wilker, Marco Nanini, Vladimir Brichta, entre outros, o filme é surpreendentemente poético e imprevisível.
Lançado em 2008, o filme volta em cartaz no projeto Cine Tela Brasil, na cidade de Valinhos em 24,25 e 26 de Junho, gratuito para alunos da rede pública de ensino.
Na trama, Pedro (Wagner Moura) é um diretor e ator de teatro que procura uma atriz que interprete Isolda, na peça Tristão e Isolda. Encontra Ana (Letícia Sabatella) e por ela se apaixona. Mesmo com toda a sabida dificuldade pela qual passa a classe teatral destes trópicos, ele consegue montar a peça com relativo sucesso, cuja estréia foi assistida por um diretor de TV, que convida Ana para trabalhar numa novela de TV. A partir daí, segue-se um enredo shakespeareano de ciúmes, mentiras, brigas e paixões que surpreendem pela criatividade e pelo ineditismo.

Em seu primeiro drama, Guel se sai muito bem ao dosar a sensualidade, o erotismo e a veracidade das situações que envolvem os bastidores da TV e do teatro, propondo várias discussões pertinentes, entre elas o duela entre Cultura Erudita e Cultura de Massa, ao colocar um diretor que prefere a penúria a render-se ao “baú” televisivo. Permite ainda uma visita a Shakespeare, cujo Romeu e Julieta, teve influência naquela lenda medieval.

Merece destaque ainda a versão nordestina de Tristão e Isolda, proposta na película por Pedro, antes turrão defensor do teatro, convertido a diretor de TV pela amada. Pela universalidade da obra, fica então a sensação de que já se viu essa história em algum livreto de cordel ou mesmo nas canções regionais dos nossos inúmeros artistas brasileiros. Ah, tem também a maravilhosa música de Caetano Veloso, que sempre dá um charme especial à tudo que participa.
Por tudo isso, Romance serve tanto para reflexão sobre o amor “é possível um amor recíproco feliz?” como para algumas horas de lazer desfrutando de um enredo que mistura Shakespeare, ciúmes e mentiras, que vai da sociedade romana medieval ao árido sertão nordestino.
Ficha Técnica
Título Original: Romance
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2008
Site Oficial: http://www.romanceofilme.com.br/
Estúdio: Natasha Filmes / Miravista / Globo Filmes
Distribuição: Buena Vista International
Direção: Guel Arraes
Roteiro: Guel Arraes e Jorge Furtado
Produção: Paula Lavigne
Música: Caetano Veloso
Fotografia: Adriano Goldman
Direção de Arte: Marlise Storchi
Figurino: Cao Albuquerque
Edição: Gustavo Giani
Elenco
Wagner Moura (Pedro)
Letícia Sabatella (Ana)
Andréa Beltrão (Fernanda)
Vladimir Brichta (Orlando/José)
José Wilker (Danilo)
Marco Nanini (Rodolfo)
Edmilson Barros (Edmilson)
Bruno Garcia (Dinho)
Tonico Pereira (Diretor)
Veja o trailler:
CÉSAR AUGUSTO é professor de Língua Portuguesa e metido a crítico de cinema
domingo, 21 de junho de 2009
A Fazenda: mais do mesmo
Por César Augusto
A estréia do “novo” reality show da Record trouxe uma triste constatação: não há perspectiva de inovação na TV brasileira.
A Fazenda pode ser definido como uma salada de Casa dos Artistas, Big Brother e No Limite. Isso porque tem os famosos decadentes do então surpreendente programa do SBT, o apresentador jornalista de reality “Global” (Brito Júnior, faz o papel de Pedro Bial) e as provas bizarras do Survivor tupiniquim.
A novidade, parece-me, está na cara-de-pau com que os produtores copiam descaradamente o formato dos demais programas, sem se dar ao trabalho de disfarçar, um pouco que seja, para parecer minimamente original.
Entre outras coisas, o programa da Record utilizou-se do mesmo expediente de Silvio Santos ao fazer mistério sobre os “artistas” que iriam entrar na peleja pelo prêmio de 1 milhão e lembrou Faustão ao exibir depoimentos parabenizando os participantes à moda do Arquivo Confidencial.
Diante disso, não se pode esperar nada além do que já aconteceu nos realitys anteriores: brigas, festas, affair, traições, eliminação e, quando finalmente se passarem as 11 semanas de duração do programa, conhecer-se-á o vencedor do prêmio, restando aos demais as revistas masculinas, gays, de fofocas, presenças Vips em festas e quem sabe, para alguns, a volta ao mundo das celebridades, cada vez mais volátil, que o diga a penca de ex-bbb’s, ex-casa dos artistas, ex-isso e ex-aquilo que perambulam pelo mundo sem dar um único autógrafo.
E segue, assim, a triste sina de quem não pode pagar uma TV por assinatura:
- agüentar os telejornais que demonizam governos de esquerda;
- enfrentar telenovelas enfadonhas, cujo final já se conhece desde o primeiro capítulo, sejam elas ambientadas num país asiático ou no interior de Minas Gerais;
- e fazer de conta que acredita que os realitys são realidade e que o público pode, de fato, interferir neles.
Resumindo: a Fazenda é mais do mesmo. Para quem gosta de mesmice, é um prato cheio.
CÉSAR AUGUSTO é professor de Língua Portuguesa e metido a crítico de TV
_
_
_























